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Letra Sem Música


Para Nunca Menos

 

Para nunca menos já seria o bastante

Até para um solitário cara errante

Mas viver sem amor não tem valor

Eu imagino comigo mesmo que você me imagina
Como uma imagem, mas sou apenas miragem

E quem imaginou o original e a semelhança?
Para quase nada um tantinho de sutileza

Para quase tudo um pouquinho de gentileza

Mas viver sem esperança para sempre cansa

 

Para nunca menos já veria o suficiente

Até para um libertário cara decente

Mas viver sem alegria causa apatia

Eu viajo comigo mesmo numa que você me viaja

Como uma viagem, mas sou apenas passagem

E quem já viajou sem remar contra a maré?

Para talvez antes um longinho de perdão

Para talvez depois um pertinho de compreensão

Mas viver sem ter fé para sempre não dá pé

 

Paulo Antonio Barreto Junior

© Todos os Direitos Reservados

O Circo Místico

 

 

 



Escrito por Paulo Barreto às 13h32
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Melancolia

 

No meio da noite acordo assustado

Insônia e pesadelo e taquicardia

O peito vazio e o coração repleto de solidão

Não tenho mais você ao meu lado

E parece que nada vai mudar essa situação

Mas ainda posso ter um pouco de alegria

Se você um dia me tirar dessa agonia

E não vou sentir mais aquela melancolia

No meio da noite...

 

Paulo Antonio Barreto Junior

© Todos os Direitos Reservados

Noites Psicodélicas

 

 

Este poema foi escrito pelo meu amigo Filadelfo Amorim

 

Taquicardia

 

No meio da noite acordo assustado

Com o coração disparado

Taquicardia!

Certeza que nada tenho

Apenas dias angustiantes

E as promessas de dias felizes

Cada vez mais distantes

Taquicardia, taquicardia!

Baby, hoje os fins de semana não são maravilhosos

Pois sigo os caminhos tortuosos... Do breu!

E na calada da noite o coração volta a acelerar

E o meu sono a tirar...

Taquicardia, taquicardia, taquicardia!

 

Filadelfo Meireles de Amorim

© Todos os Direitos Reservados

Taquicardia

 

 



Escrito por Paulo Barreto às 12h54
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Aquele Tempo Bom Desencarnou

 

Aquele tempo bom fez a passagem

Em um relógio sem ponteiros

Em um velório sem herdeiros

Em um rio desviado do mar

Em um fio desfiado no tear

 

E eu gostei muito de você, meu amor

Mas aquele tempo bom desencarnou

 

Aquele tempo bom fez a passagem

Em uma católica sem missa

Em uma lógica sem premissa

Em um blues feito aos prantos

Em uma cruz eleita aos santos

 

E eu gostei muito de você, meu amor

Mas aquele tempo bom desencarnou

 

Aquele tempo bom fez a passagem

Em uma árvore sem ornamento

Em um mármore sem polimento

Em uma sorte anunciada ao léu

Em uma morte prenunciada no céu

 

E eu gostei muito de você, meu amor

Mas aquele tempo bom desencarnou

 

Paulo Antonio Barreto Junior

© Todos os Direitos Reservados

O Circo Místico

 

 

 

 



Escrito por Paulo Barreto às 14h02
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Inferno Astral No Paraíso

 

Um dia como hoje

Quando a saudade insiste

Em me perseguir

Um dia cinzento

Um dia sem sol

Em que a chuva fria

Não para de cair

 

E quando eu tento

Espantar a tristeza

Ela sempre volta

Para servir à mesa

Mais uma dose...

É claro que vou querer

E só assim essa dor no peito

E esse nó na garganta

Vão se desfazer

 

Paulo Antonio Barreto Junior

© Todos os Direitos Reservados

O Circo Místico

 

 

 



Escrito por Paulo Barreto às 17h36
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Spartacus Blues

 

Baby, você diz que tenho um traço nerd

Um centurião atemporal

Mas se você soubesse que nada se perde

Nem meu instinto animal

Baby, sou um projeto que não deu certo

Com meu trauma emocional

Mas se você visse que não estou só no deserto

Saberia que ninguém é normal

 

Baby, quero ser seu Spartacus perfeito

Um cara a ser lembrado mesmo com todos os defeitos

 

Baby, a vida é uma batalha tão difícil

Um desafio sobrenatural

Mas quando se ama nada é impossível

Nem a gratidão incondicional

Baby, você me faz sentir mais jovem

Ao seu lado sou real

E se você quiser que eu largue tudo

Serei seu gladiador ideal

 

Baby, quero ser seu Spartacus perfeito

Um cara a ser lembrado mesmo com todos os defeitos

 

Filadelfo Meireles de Amorim

Paulo Antonio Barreto Junior

© Todos os Direitos Reservados

Noites Psicodélicas

 

 

 



Escrito por Paulo Barreto às 08h29
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Carena Do Navio

 

Meu bem, ainda estou ferido, então deixe meu coração sangrar

Eu só quero que você fique bem e depois encontre alguém

Que lhe faça muito feliz algum dia como você disse que eu lhe fiz

Mas toda canção de amor é um soco na cara de quem ama

 

Meu bem, ainda estou perdido, então deixe meu destino se revelar

Eu tenho muitas coisas para aprender antes de buscar alguém

Que ilumine meu caminho assim como você um dia o iluminou

Mas todo mágico encontro está fadado a ter uma triste despedida

 

O bom da vida são as incertezas do futuro e as surpresas que virão

Quero um dia lhe rever e me maravilhar com o que não pude prever

Quero ter a paz de estar com você como se não houvesse amanhã

 

O grande lance é saber que a história nunca tem um verdadeiro fim

Depois de toda melancólica despedida, um novo alegre reencontro

Depois das injúrias e feridas, uma nova canção de amor... Para você!

 

Paulo Antonio Barreto Junior

© Todos os Direitos Reservados

Noites Psicodélicas

 

 

 

 



Escrito por Paulo Barreto às 12h27
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No Point Que Pariu

 

July está excluindo os amigos da sua rede social

Val está se preparando para um exame pré-natal

Suzy está pintando suas unhas em frente à TV

Kary está brigando com seu novo namorado ET

Rai está estagiando nos Correios e nem me redigiu

E eu estou entupindo a pança no Point que pariu!

 

Adry está zoando de carnaval com a minha cara

Gil está mangando porque sou uma peça rara

Poly está sarrando com meu brother guitarrista

Cley está tão longe que já me perdeu de vista

Geny está lavando os pratos sujos com Bombril

E eu estou enchendo a cara no Point que pariu!

 

Jau está roncando sob os lençóis na cama fria

Tel está se lixando para ter a minha companhia

Jacy está se cagando para atender minha ligação

Ju está me esperando com uma arma na mão

Nanda está tentando ressuscitar o Elvis juvenil

E eu estou perdendo o juízo no Point que pariu!

 

Enquanto isso, em cima da sua cama bagunçada

Meu amigo Zé está tocando uma na madrugada!

 

 

Filadelfo Meireles de Amorim

Paulo Antonio Barreto Junior

© Todos os Direitos Reservados

Noites Psicodélicas

 

 

 



Escrito por Paulo Barreto às 11h29
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Este poema foi escrito pelo meu amigo Filadelfo Amorim

 

Tormento

 

Falaram-me certa vez:

“Por uma mulher, às vezes se perde a cabeça”

Mas eu não escutei, eu sei

E hoje eu vivo o tormento de dias solitários

Tentando esquecer tudo aquilo que não vingou

Das juras de amor... Mentiras atiradas ao vento

O tormento de não ter ninguém ao meu lado

Nas tardes de sábado sempre vazias

É necessário lutar, eu sei

Procurar um motivo pra seguir adiante...

O sol nasce para todos, mas eu só vejo o breu

Por gostar daquilo que não é meu

 

Filadelfo Meireles de Amorim

© Todos os Direitos Reservados

Tormento

 

 

 

 



Escrito por Paulo Barreto às 14h04
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Simpatia Para Atrair Pessoa Amada

 

Ah! Dúvida! Quão secreta é a verdade!

Não há, todavia, somente um caminho...

Busca aquele que leva à sincronicidade:

Coincidência! Traze de volta o meu amorzinho!

 

Oh! Enigma! Mil mistérios pairam no ar!

Mais do que supões em tempo desvendar;

Não deixes a vida jazer num escaninho:

Providência! Conduze até mim o meu benzinho!

 

Sim, crê, pois, não há outro ato de fé

Que jamais seja uma espera: teu ordálio!

Então encontra forças em ti e continua em pé!

 

Às esconsas, tua prece diária: um alívio!

Enxuga tuas lágrimas e vai carregar o pálio:

Paciência! Atrai quem me apraz ao meu convívio!

Paulo Antonio Barreto Junior

© Todos os Direitos Reservados

Noites Psicodélicas

 



Escrito por Paulo Barreto às 13h25
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Primavera Metamodernista

 

Escreve um novo rock & roll à moda antiga

Para compor um ósculo com tua boca em meu astrolábio

Antes, contudo, transforma-te em minha amiga

Para eternizar tua juvenília em meu alfarrábio

 

Mete um moderno plug & play na sala de trabalho

Para conectar teu solário ao meu enluarado equinócio

Depois, outrossim, joga tua carta dentro do baralho

Para dizer outro sim e repousar sobre meu ócio

 

Então floresce com letras cada primavera metamodernista

E redige com flores, baby, todo florilégio sob minha vista

Enquanto a juventude urgir on the road em alta velocidade

E houver uma semântica nonsense para a posteridade

 

Por todo sorriso aberto em cada curva da estrada

Por toda lágrima silenciosa derramada na madrugada

Paulo Antonio Barreto Junior

© Todos os Direitos Reservados

Noites Psicodélicas

 

 

 

 



Escrito por Paulo Barreto às 08h27
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Canção Do Desejo

 

Eu queria ler todos os livros

E escutar todas as músicas

Eu queria cheirar todas as flores

E esclarecer todas as dúvidas

 

Eu queria beijar todas as bocas

E cruzar todas as esquinas

Eu queria provar todas as frutas

E conquistar todas as meninas

 

Eu queria agradecer a todas as mães

E homenagear todos os pais

Eu queria distribuir todos os pães

 

Eu queria abraçar todos os amigos

E conhecer todas as cidades

Eu queria falar todas as línguas

E ignorar todas as maldades

 

Eu queria ver todos os ocasos

E perder todos os medos

Eu queria amar todas as pessoas

E desvendar todos os segredos

 

Eu queria abençoar todas as alianças

E realizar todos os sonhos

Eu queria brincar com todas as crianças

 

Paulo Antonio Barreto Junior

© Todos os Direitos Reservados

Era Uma Vez Na Estrada

 

 

 

 



Escrito por Paulo Barreto às 12h46
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Trandali

 

Agora que finalmente encontrei o paraíso

Não quero outra coisa desta vida

Só quero estar em Trandali

Existe um lugar onde tudo é mais bonito

Onde posso fazer o que sempre quis

Só posso fazer em Trandali

 

Não existe pecado em Trandali

Para falar a verdade

O prazer transborda no corpo inteiro

Não preciso de nada em Trandali

Mas para ser sincero

Só um pouco de amor e dinheiro

 

Agora não preciso mais me preocupar

Tenho todo o tempo do mundo

Ganho minha vida em Trandali

Existe um único lugar onde nada é real

Onde a mente voa calma e aberta

A felicidade mora em Trandali

 

Trandali é o meu lugar

Dentro de qualquer lugar aonde quero chegar

Trandali é meu bem-estar

Aqui, lá, para sempre onde minha mente desejar

Paulo Antonio Barreto Junior

© Todos os Direitos Reservados

Diário Noturno

 



Escrito por Paulo Barreto às 13h49
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Belabialalabai

 

Bela está cá e Bia acolá

Agora Bia está aqui e Bela lá, lá, lá...

Infância: belo momento doce

Que dá ao tempo alegria

--- Durmam minhas queridas,

Que amanhã será um novo dia...

 

Paulo Antonio Barreto Junior

© Todos os Direitos Reservados

Discoporto

 

 



Escrito por Paulo Barreto às 12h08
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Aquele Sonho Mágico

 

Eu achava que se encontrasse a pessoa certa

Eu seria único por toda a vida

Amando essa pessoa

Ah! Se eu entendesse o que o amor quis me dizer

E aquele sonho mágico, para onde foi?

 

Talvez um dia eu consiga compreender

Porque a gente não consegue ser feliz

Amando só uma pessoa

Ah! Se eu entendesse o que o amor quis me dizer

E aquele sonho mágico, para onde foi?

 

Mas agora finalmente aprendi

Que aquele sonho mágico é real também

Que o amor só perdura se for livre

Que ninguém nos pertence e não pertencemos a ninguém

Então largue tudo para trás

Quando a saudade deixar seu peito apertado

Porque deve ser outro alguém

Que quer estar a vida inteira ao seu lado

 

E aquele sonho mágico que interpretamos?

Somos um barco à deriva, sempre navegando

Não adianta fugir, há sempre alguém nos observando

 

Paulo Antonio Barreto Junior

© Todos os Direitos Reservados

Vanguarda Psicolírica

 

 

 

 



Escrito por Paulo Barreto às 15h02
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O Evangelho Segundo A TPM

 

Não precisa mais me mandar flores

Pode me tirar do rol de seus amores

Se quiser rasgar nossas fotos, tudo bem

É melhor que não me ligue mais também

 

Porque hoje, meu bem

Eu não quero saber de você nem de ninguém

 

Não adianta mais aliviar minhas dores

E nem me pintar mais com suas cores

Se quiser apagar meus e-mails, tudo bem

É melhor esquecer nossas promessas também

 

Porque hoje, meu bem

Eu não quero saber de você nem de ninguém

 

Não cabe mais curtir nossos humores

É bom deixar de provar nossos sabores

Se quiser me excluir de sua rede, tudo bem

É melhor nem ouvir nossas músicas também

 

Porque senão, meu bem

Eu juro que vou buscar gostar de outro alguém

 

 

Paulo Antonio Barreto Junior

© Todos os Direitos Reservados

O Circo Místico

 

 



Escrito por Paulo Barreto às 13h34
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