EU QUERO TE COMER
Meu desejo de envolver-te em meus braços
Não passa de um pretexto, uma verdade marginal
Queima a flor da pele, ferida aberta pela libido
Corre sem direção, flutua na tensão superficial
Mas não me apetece alcançar-te os passos
Está fora de meu contexto, uma dúvida infernal
Seduz-me o dilema que brinca com o proibido
Prefiro o mistério a dar-te um decifrável sinal
Busca-me então com um olhar de quem tem fome
Eu quero te comer sem hora marcada pela vida
E não me importa ser o primeiro ou o último
Interpreta-me como quem sabe domar um homem
Eu quero te comer para saborear o teu íntimo
Mergulhar no teu rio e achar enfim tua nascente escondida
Paulo Antonio Barreto Junior
© Todos os Direitos Reservados
Álbum De Férias

Escrito por Paulo Barreto às 14h44
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Você Ainda É O Meu Grande Love
Você ainda é o meu grande love
Porque mesmo quando chove
Sempre vejo a luz do sol brilhar em você
Eu nunca desejei ter o bolso cheio de grana
Só quero um pouco de money no fim de semana
Para curtir ao seu lado um relax num quarto privê
E eu nem sei se a rapaziada andou sabendo
Que está rolando na night um lance estupendo
Você ainda é o meu grande love
Por isso que eu tomo um Engov
Pois seus beijos me embriagam para valer
Faz tempo que não dou um rolé naquele bar
Mas aquela festa de fim de ano foi de arrasar
Quando você me levou no seu carro com vidro fumê
E agora voltei a me divertir de verdade
Pois estou numa nice com a turma lá da faculdade
Você ainda é o meu grande love
E antes que alguém desaprove
Eu vou para uma ilha deserta casar com você
E repetir para que o mundo todo não esqueça
Que o seu sex appeal faz a minha cabeça
Porque você ainda é o meu grande love
Paulo Antonio Barreto Junior
© Todos os Direitos Reservados
A Sociedade Secreta Dos Últimos Românticos Da Madrugada

Escrito por Paulo Barreto às 11h10
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Naquela Lanchonete
Naquela lanchonete
Existe um cardápio com poemas de amor
E com os nomes de todas as pessoas
Que eu gostaria de conhecer
E de todas que vêm e vão
Passam pela minha vida
E levam pedaços do meu coração
Naquela lanchonete
Existe um cartaz com obras de arte
E com retratos de todos os momentos
Que eu gostaria de viver
E dos que estão na memória
Uns bons, outros maus,
Que fazem parte da minha história
Mas agora não sei se vou ao seu encontro
Ou se fico esperando você aparecer
Contando as horas para que o tempo me conserte
E apesar de todos os meus defeitos
Um dia vamos desfilar juntos pela noite
Para que todos nos vejam naquela lanchonete
Paulo Antonio Barreto Junior
© Todos os Direitos Reservados
Era Uma Vez Na Estrada

Escrito por Paulo Barreto às 13h00
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