Meu Perfil
BRASIL, Nordeste, SALVADOR, PITUBA, Homem, de 36 a 45 anos, Portuguese, English, Música, Livros, Rock and Roll
MSN - pabjrba@hotmail.com



Histórico


Votação
 Dê uma nota para meu blog


Outros sites
 UOL - O melhor conteúdo
 BOL - E-mail grátis
 Usina de Letras
 Guia de Referência - Homem, Espírito e Universo
 Blog da Claudete
 Modus Vivendi
 Recanto das Letras
 Bar da Ruiva
 Revista Lasanha
 Heterocefalando - Blog
 Orfeu Spam
 Revista Metamoderna
 Jayro Luna
 Ao Fim da Noite
 Encontro de Poetas
 Calendário Cultural
 Gene de Gênio
 Mix de Marketing
 BlogGeral
 Ranking de Blogs
 Frases e Pensamentos
 BlogBlogs
 Portal Usina das Palavras
 Blog do José Januzzi
 Alcaçuz e Anis
 Biblioteca24x7
 Blog da Wilma Produções


 
Letra Sem Música


Este poema foi escrito pelo meu amigo Filadelfo Amorim

 

Homens Brancos

 

“Um velho xamã falou de uma profecia

Em que homens trariam desgraça para seu povo”

 

Homens brancos trazendo desgraça

O velho índio avistou

Com seu semblante cansado pensou:

Nada será como antes

Pois os homens brancos chegaram

Trazendo consigo a desgraça

As matas perderam o seu encanto

Restando apenas o pranto

De um povo sofrido e oprimido

Muitas vezes iludido

Vivendo da misericórdia alheia

Outrora bravos guerreiros

Hoje vistos como mendigos e arruaceiros

Sobrando a memória remota de homens

Que não puderam construir a sua história

Homens brancos trazendo desgraça

 

Filadelfo Meireles de Amorim

© Todos os Direitos Reservados                                                       

Homens Brancos

 



Escrito por Paulo Barreto às 08h55
[] [envie esta mensagem] [ ]



Este poema foi escrito por Filadelfo Amorim e Paulo Barreto

 

A Sopa

 

Antes não era assim

A noite não tinha fim

Eu vivia em busca de aventura

Hoje a vida está muito dura

Vejo a realidade nua e crua

Estou sem saco de ir para a rua

Prefiro o meu lençol antigo

Estou parecendo um mendigo

Não tomo banho faz tempo

 

Acho que eu morguei

Foi a sopa que eu tomei

 

Antes botava para lá

A noite era o meu lugar

Eu era um notório andarilho

Hoje a noite perdeu o brilho

A rádio não toca a minha música

No espelho minha cara é tísica

O tempo roubou o meu brio

Estou sentindo um calafrio

Não sei quando fiz a barba

 

Acho que eu morguei

Foi a sopa que eu tomei

 

Filadelfo Meireles de Amorim

© Todos os Direitos Reservados                                                       

A Sopa

Escrito em parceria com Paulo Antonio Barreto Junior

 



Escrito por Paulo Barreto às 19h25
[] [envie esta mensagem] [ ]



Garagem

 

Toque um som para a vizinhança ouvir

Um som direto, básico, cru

Leve um som para a juventude seguir

Um manifesto, uma canção de protesto

Lance um som para celebrar a vida

Um som alegre, despojado, nu

Faça um som para que todos se encontrem

Um curativo para a dor, uma canção de amor

Abra a garagem da sua casa e saia do porão

Invente uma nova forma de dizer não

Para deixar o mundo melhor, meu irmão

 

Paulo Antonio Barreto Junior

© Todos os Direitos Reservados

Paz, Amor E Outras Coisas

 



Escrito por Paulo Barreto às 13h08
[] [envie esta mensagem] [ ]




[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]